Não sou muito de fã de ficar copiando coisas de outros blogs (pelo menos não descaradamente) mas essa matéria do MDig eu chorei de rir, tem umas coisas que não dá pra botar fé...
Os cheiros corporais indicam problemas de saúde. Cada pessoa tem um humor muito particular, no entanto, graças a estes é possível saber se tem alguma doença. Por exemplo, se cheiro for similar ao do cloro, indica problemas renais ou hepáticos. Quando é afrutado tem relação à diabetes.
O suor não cheira. Este líquido é inodoro. O corpo expele-o para refrescar-se e existem dois tipos: a secreção écrina é praticamente água; enquanto a apócrina é a expelida nas virilhas e axilas, que ao se misturar com as bactérias da pele, gera este aroma desagradável conhecido como "nhaca".
Cheiros masculinos alteram o estado da mulher. Pesquisadores da Universidade de Berkeley, descobriram que alguns dos compostos químicos encontrados nos homens, provocam diferentes tipos de reações emocionais e fisiológicas no sexo feminino. Por exemplo, o aroma das axilas melhora inconscientemente o estado de ânimo das garotas e as predispõe a uma excitação sexual.
Aromas influem nas relações sexuais. Se o cheiro do parceiro não agradar, é quase certo que o relacionamento não durará muito tempo. Cientistas asseguram que o humor corporal é essencial para convencer o homem e mulher para o relacionamento sexual.
O cheiro revela o tipo de dieta de cada pessoa. Temperos picantes como o alho, cebola, curry e cominho contêm compostos que podem permanecer no suor. Se você se alimenta com grande quantidade destes alimentos e condimentos, seu aroma pode persistir até 24 horas após ingeri-los.
Mulheres cheiram a cebola e homens a queijo. Estudo realizado por pesquisadores de Firmenich, uma empresa localizada em Genebra, desmistificou o "cheiro da sardinha" revelou que no cheiro corporal das mulheres, figuram altos níveis de enxofre que ao se misturar com as bactérias, produzem um composto químico chamado tiol, cuja essência é similar à cebola. Nos homens predominam os ácidos graxos, cuja união com microrganismos origina um aroma parecido ao queijo -estragado, é lógico-.
Os asiáticos produzem menos cheiro corporal. A sudoração excessiva é um problema mais comum em caucasianos e africanos, pois têm mais folículos pilosos, assim como glândulas apócrinas, que os habitantes da Ásia. É por isto que os japas fedem menos.
O cheiro corporal é tão único como as impressões digitais. Cada organismo produz seu próprio aroma a partir de sua dieta, processos químicos e os chamados compostos orgânicos voláteis. Cientistas trabalham na criação de dispositivos especiais para identificar aromas individuais, com o fim de encontrar criminosos, terroristas ou crianças desaparecidas.
As crianças não cheiram mal. Durante a infância, os pequenos não precisam usar desodorante, pois não geram nenhum tipo de mau cheiro. Ao chegar à puberdade, é necessário utilizar produtos para disfarçar os fedores gerados pelas glândulas apócrinas.
Mulheres têm melhor olfato que os homens. Elas têm a habilidade de reconhecer muitos cheiros corporais. Os cientistas do Centro Monell asseguram que mulheres são capazes de cheirar a essência que se desprende das axilas ainda com desodorantes.
Ninguém gosta de chegar no banheiro, amarradar aquele gato, cortar o rabo do macaco, matricular as crianças na aula de natação, e na hora de limpar o serviço sujo ... WTF - fudeu.. não tem papel.
Essa veio para salvar muita gente de situações desagradéveis ...
Em 1945, a Organização Mundial da Saúde (OMS) formulou o conceito onde a saúde é estabelecida em termos de bem-estar físico, mental e social. A saúde deixou de ser vista como ausência de doença e assumiu um conceito mais amplo, onde se priorizaria a sua prevenção e promoção em sentido mais amplo. Essa mudança de paradigma foi positiva e trouxe com ela maior responsabilidade das organizações frente à manutenção da qualidade de vida de seus trabalhadores.
O termo Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) é utilizado nos Estados Unidos desde a década de 90, mas é na França onde encontramos cultura mais crítica e pesquisas mais intensas em relação às condições de trabalho e o bem-estar dos trabalhadores. Os franceses difundiram conceitos da psicopatologia do trabalho, sofrimento no trabalho, organização do trabalho, questões sobre poder e inveja. Dentre os nomes importantes dentro dessa linha de pesquisa estão Christopher Dejours, Yves Clot e Alain Wisner.